Oops! It appears that you have disabled your Javascript. In order for you to see this page as it is meant to appear, we ask that you please re-enable your Javascript!

A Simplicidade da Vida

20150302

Bom dia!

Quando vivemos processos intensos e fortes por algum tempo, sentimos a necessidade de parar um pouco e focarmo-nos em nós mesmos para ver aquilo que, no movimento normal, é impossível de se conseguir perceber.  Reencontrarmo-nos na nossa essência é abrir a visão sobre nós mesmos e compreendermos quem somos neste momento perante o propósito que nos trouxe a esta experiência terrena.

Ao nos disponibilizamos para ver o que o Universo nos quer mostrar, compreendemos que ele fala connosco duma forma simples e muito directa, que os maiores ensinamentos estão nas situações mais simples, que os sinais surgem de onde menos esperamos. Por estar a viver um desses mesmos processos, com muitas mudanças a acontecerem e transformações interiores profundas, esta simples verdade tem-se mostrado duma beleza e duma subtileza ímpares na minha vida.

Digo muitas vezes que, na espiritualidade, tudo é tão simples que, aos olhos do ser humano, muitas vezes, não parece, de todo, divino. No entanto, olhemos o mundo à nossa volta, olhemos o Universo que nos rodeia, e vejamos como a linguagem de Deus, da Fonte, é a linguagem mais simples que pode existir. Foi um acto de Amor que criou tudo o que existe e nada existe de mais simples que o Amor.

Deixar a vida fluir é viver em sintonia com a nossa essência, plenos de Amor, nomeadamente por nós mesmos, o primeiro amor que devemos sentir, permitindo-nos experienciar a simplicidade do mundo e da nossa aprendizagem. Não significa que não passemos por provações ou obstáculos, não significa que não tropecemos e até cairemos. Contudo, quando vibramos em sintonia com o nosso coração, com a nossa essência, conseguimos ver a nossa vida para além de nós mesmos e compreender cada degrau que estamos a subir.

É nos momentos de maior turbulência que estas evidências mais se comprovam. Para ver, ouvir ou sentir não é preciso estar no mais absoluto silêncio nem na mais absoluta calma, não é preciso nos recolhermos, como eremitas, numa caverna numa longínqua montanha, é apenas preciso estar na mais profunda paz interior, na mais sublime consciência sobre nós mesmos e sobre o nosso propósito. Já nos disse o Mestre: quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

Boa semana!

Related Posts

Leave a comment

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

X