fbpx
Avenida Miguel Bombarda, 21 - 7º Dto - 1050-161 Lisboa

A Simplicidade da Vida

20150302

Bom dia!

Quando vivemos processos intensos e fortes por algum tempo, sentimos a necessidade de parar um pouco e focarmo-nos em nós mesmos para ver aquilo que, no movimento normal, é impossível de se conseguir perceber.  Reencontrarmo-nos na nossa essência é abrir a visão sobre nós mesmos e compreendermos quem somos neste momento perante o propósito que nos trouxe a esta experiência terrena.

Ao nos disponibilizamos para ver o que o Universo nos quer mostrar, compreendemos que ele fala connosco duma forma simples e muito directa, que os maiores ensinamentos estão nas situações mais simples, que os sinais surgem de onde menos esperamos. Por estar a viver um desses mesmos processos, com muitas mudanças a acontecerem e transformações interiores profundas, esta simples verdade tem-se mostrado duma beleza e duma subtileza ímpares na minha vida.

Digo muitas vezes que, na espiritualidade, tudo é tão simples que, aos olhos do ser humano, muitas vezes, não parece, de todo, divino. No entanto, olhemos o mundo à nossa volta, olhemos o Universo que nos rodeia, e vejamos como a linguagem de Deus, da Fonte, é a linguagem mais simples que pode existir. Foi um acto de Amor que criou tudo o que existe e nada existe de mais simples que o Amor.

Deixar a vida fluir é viver em sintonia com a nossa essência, plenos de Amor, nomeadamente por nós mesmos, o primeiro amor que devemos sentir, permitindo-nos experienciar a simplicidade do mundo e da nossa aprendizagem. Não significa que não passemos por provações ou obstáculos, não significa que não tropecemos e até cairemos. Contudo, quando vibramos em sintonia com o nosso coração, com a nossa essência, conseguimos ver a nossa vida para além de nós mesmos e compreender cada degrau que estamos a subir.

É nos momentos de maior turbulência que estas evidências mais se comprovam. Para ver, ouvir ou sentir não é preciso estar no mais absoluto silêncio nem na mais absoluta calma, não é preciso nos recolhermos, como eremitas, numa caverna numa longínqua montanha, é apenas preciso estar na mais profunda paz interior, na mais sublime consciência sobre nós mesmos e sobre o nosso propósito. Já nos disse o Mestre: quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

Boa semana!

Posts Relacionados

Deixa um comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

Privacy Preferences
When you visit our website, it may store information through your browser from specific services, usually in form of cookies. Here you can change your privacy preferences. Please note that blocking some types of cookies may impact your experience on our website and the services we offer.